quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Reservatórios do Rio Grande do Norte têm apenas 21,83% da capacidade

Os reservatórios monitorados pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Rio Grande do Norte têm apenas 21,83% da capacidade, acumulando apenas 689.293.575 metros cúbicos de água (m³).

Os 319 reservatórios monitorados e gerenciados pelo departamento no semiárido nordestino, incluindo o município de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, têm capacidade para acumular 26.561.692.000 m³ de água. Na terça-feira, 22, registravam apenas 5.800.376.725 m³, o que representa 21,83% da sua capacidade total.

Em termos de água acumulada, por Estado, a situação é a seguinte: Alagoas 29.163.500 m ³ (47,45%); Bahia 404.842m³(38,44%); Ceará 2.497.475.557m³ (16,04%); Maranhão 597.000.000 m³ (55,43); Minas Gerais 2.350.000m³ (31,21%); Paraíba 728.338.240m³ (19,06%); Pernambuco 173.917.530m³ (8,8%); Piauí 665.624.190m³ (38,82%); e Sergipe 12.371.350m³ (63,40%).

O engenheiro André Leitão Mavignier, chefe da Equipe de Monitoramento Hidrológico do DNOCS chama a atenção para o número de reservatórios que estão em volume morto (quando não se pode mais retirar a água pela galeria). São 295, com exceção dos açudes localizados no Estado do Maranhão.

O Açude Castanhão (Padre Cícero) – o maior reservatório do DNOCS – localizado no Estado do Ceará, na Bacia do Médio Jaguaribe, tem capacidade de acumulação de 6.700.000.000.00 de metros cúbicos de água, mas contabilizava na terça-feira 1.031.970.000.00 m³ de água, ou seja, 15,40% de sua capacidade total, na cota de 83,41m. O volume morto do reservatório é de 250.000.000,00 m³.

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